Universidade nos EUA vai testar Ivermectina em pacientes com Covid

Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Clínicas Duke (DCRI), à Universidade Duke, nos EUA, querem descobrir se doses mais altas de ivermect...

Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Clínicas Duke (DCRI), à Universidade Duke, nos EUA, querem descobrir se doses mais altas de ivermectina funcionarão melhor como tratamento para a Covid-19. 

Redação Pleno News

O estudo em parceria com a Universidade Vanderbilt visa avaliar o potencial do remédio contra casos leves e moderados da doença do novo Coronavírus.


O estudo nacional ACTIV-6 irá testar os efeitos da dose de 600 mcg/kg diariamente por seis dias em cerca de 15 mil voluntários.

Dr. Adrian Hernandez, diretor executivo do Instituto de Pesquisas Clínicas Duke e principal investigador administrativo do estudo, disse que estudos de modelagem, pesquisas publicadas e interesse da comunidade “apoiam a investigação de múltiplas doses e durações de ivermectina”.

– Essa expansão fornecerá dados valiosos sobre o papel da ivermectina e se ela pode ajudar pessoas com sintomas leves a moderados de Covid-19 a prevenir o agravamento da doença – disse ele.

Dois outros medicamentos serão testados além da ivermectina: a fluticasona – um medicamento normalmente utilizado para prevenir e tratar a asma e a fluvoxamina – um inibidor seletivo de de serotonina, usado para tratamento de depressão. A ivermectina é um antiparasitário.

Os voluntários deverão ter mais de 30 anos e positivado para a Covid-19 nos últimos 10 dias. Uma outra condição é a presença de pelo menos dois sintomas da doença por no máximo sete dias. Fadiga, dificuldade em respirar, febre, tosse, náusea, vômito, diarreia, dores no corpo, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, perda do paladar ou do olfato são os principais sintomas.

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Susanna Naggie, pesquisadora principal do DCRI e supervisora do estudo clínico em andamento, diz que os medicamentos mostraram potencial para tratar a Covid em ambulatórios. No entanto, com a ressalva de que “precisam ser avaliados em um ensaio clínico maior, mais rigoroso e randomizado para determinar eficácia e segurança”.

Veja mais em diariosobralense.com

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