Bebê de 2 meses morre esmagado pela mãe, que adormeceu ao amamentá-lo
Quando bombeiros chegaram ao local do ocorrido, no Itapoã , encontraram o bebê com articulações rígidas, pele arroxeada e sem sinais vitais ...

https://www.diariosobralense.com/2022/10/bebe-de-2-meses-morre-esmagado-pela-mae.html
Quando bombeiros chegaram ao local do ocorrido, no Itapoã, encontraram o bebê com articulações rígidas, pele arroxeada e sem sinais vitais
Policiais militares que atuaram na ocorrência encontraram o colchão manchado de sangue e uma lesão na cabeça do bebê. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) apura o caso.
Na unidade policial, os pais relataram que, ao perceberem a criança sem reações, tentaram reanimá-la, mas não conseguiram. Inicialmente, a ocorrência é investigada como homicídio culposo — não intencional.
Créditos: Metropoles
![]() |
Foto: Flávia Gava/Unsplash |
Um bebê de 2 meses morreu, por volta da 1h30 desta sexta-feira (21/10), enquanto era amamentado pela mãe. O Corpo de Bombeiros atendeu à ocorrência. No entanto, ao chegar ao endereço, na Quadra 2 do Itapoã, a equipe de militares encontrou a criança sem sinais vitais.
A vítima apresentava rigidez das articulações, além de pele arroxeada, segundo a corporação, que confirmou a morte do bebê ainda no local, no Condomínio Fazendinha.
Os pais do bebê relataram que, antes de morrer, o neném era amamentado. A mãe deitou na cama com ele no colo, adormeceu e, ao acordar, percebeu estar sobre a criança, que não se movia mais nem chorava.
A vítima apresentava rigidez das articulações, além de pele arroxeada, segundo a corporação, que confirmou a morte do bebê ainda no local, no Condomínio Fazendinha.
Os pais do bebê relataram que, antes de morrer, o neném era amamentado. A mãe deitou na cama com ele no colo, adormeceu e, ao acordar, percebeu estar sobre a criança, que não se movia mais nem chorava.
Veja também:
Policiais militares que atuaram na ocorrência encontraram o colchão manchado de sangue e uma lesão na cabeça do bebê. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) apura o caso.
Na unidade policial, os pais relataram que, ao perceberem a criança sem reações, tentaram reanimá-la, mas não conseguiram. Inicialmente, a ocorrência é investigada como homicídio culposo — não intencional.