Jovem de 23 anos descobre tumor após tosse 'incurável' e conta relato dramático

A jovem luta contra um linfoma não Hodgkin de grandes células B do mediastino Do G1 Reprodução Uma jovem de Santos , no litoral de São Paulo...

A jovem luta contra um linfoma não Hodgkin de grandes células B do mediastino

Do G1

Reprodução

Uma jovem de Santos, no litoral de São Paulo, descobriu um tumor após o início de uma tosse que parecia "incurável". Segundo Julia Paiva, de 23 anos, a doença acabou se espalhando por alguns órgãos e a jovem já não responde mais a uma série de quimioterapias. Agora, ela luta por um tratamento de alto custo que pode curar a doença: a imunoterapia CAR-T Cells.

A jovem luta contra um linfoma não Hodgkin de grandes células B do mediastino, que já se espalhou por alguns órgãos e atingiu a cabeça, pelo sistema nervoso central. O tratamento que ela busca utiliza células de defesa do próprio corpo em vez de medicamentos sintéticos. Para isso, ela precisa de U$ 150 mil, o que equivale a R$ 800 mil.

"É muito angustiante saber que existe um tratamento para o meu tipo de câncer e me ver assim, cada dia com uma coisa a mais", desabafa a jovem.

Diagnóstico

Em meados de 2021, Julia apresentava muita tosse e começou a ficar inchada. Médicos suspeitaram que fosse síndrome da veia cava, que ela realmente teve. A condição bloqueia parcialmente a veia cava superior, que leva sangue da cabeça, pescoço, peito e braços para o coração. Como resultado, o paciente fica com inchaço, tosse e falta de ar.

Com a síndrome diagnosticada, Julia fez uma tomografia que apontou para uma massa. Após biópsia, foi constatado que se tratava de um linfoma [tumor]. Ela começou com quimioterapia e teve melhora, a ponto de celebrar o último dia de quimioterapia em dezembro de 2021.

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No entanto, em janeiro de 2022, Julia conta que os sintomas voltaram e ela repetiu a bateria de exames. Os resultados apontaram que a massa descoberta há alguns meses estava ainda maior. Ela fez mais um tratamento com quimioterapia, que não teve resultado. Tentou outro, ainda mais forte, que também não adiantou, então ela foi hospitalizada.

A jovem relembra que tentaram o tratamento por radioterapia, mas que ele não supre todo o câncer dela, apenas alivia em algumas áreas e controla outras, onde o câncer está menos avançado. Julia revelou ao g1 que sente dores constantes e que os exames apontam para novos possíveis pontos de câncer constantemente.

Por isso, ela busca arrecadar o valor necessário para custear o tratamento de imunoterapia CAR-T Cells rapidamente. O tratamento será feito em Ohio, nos Estados Unidos, onde já conseguiu uma vaga. A jovem conta com apoio de amigos e familiares para compartilhar o desenvolvimento da doença nas redes sociais, por onde também aceita doações, faz rifas e sorteios para atingir a meta.

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