Esposa de empresário morto em Jaguaripe ordenou violação de cena do crime, diz delegado

Três pessoas estiveram na pousada Paraíso Perdido na última semana e levaram dinheiro e joias Redação iBahia Siga-nos  no  Google Notícias  ...

Três pessoas estiveram na pousada Paraíso Perdido na última semana e levaram dinheiro e joias

Redação iBahia

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A morte do empresário Leandro Silva Troesch ganhou mais um capítulo. De acordo com o delegado Rafael Magalhães, titular da delegacia de Jaguaripe, três pessoas foram até a Pousada Paraíso Perdido, de propriedade do empresário, e mexeram no cofre do local. A suspeita da polícia é que Shirley da Silva Figueiredo, esposa de Leandro, tenha ordenado a violação da cena do crime.

Foto: Reprodução


As três pessoas, segundo Magalhães, já foram identificadas e serão convocadas a depor. "Eles utilizaram luvas, então foram orientados por alguém", destacou o delegado em entrevista à TV Bahia nesta quinta-feira (10).

A polícia descobriu que o cofre havia sido mexido após ir ao local para realizar nova perícia. O delegado afirmou que a ação configura como alteração da cena do crime, o que pode levar as três pessoas a serem indiciadas.

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O caso

Leandro Silva Troesch apareceu morto no dia 25 de fevereiro. Antes, ele havia sido condenado a 14 anos de prisão, 20 anos depois de ter participado de um crime de extorsão mediante sequestro. A esposa dele, Shirley da Silva Figueiredo, também foi condenada a nove anos pelo mesmo crime.

Em fevereiro de 2021 o caso foi preso e cumpriram prisão domiciliar. A esposa do empresário foi a última pessoa a ter contato com Leandro, antes dele ser encontrado morto.

Uma das testemunhas do caso, um funcionário de Leandro, foi assassinado a tiros no domingo (6), no distrito de Camassandi, no mesmo município. Segundo o delegado, a vítima, identificada apenas como Marcel, era amigo e "braço direito" do empresário. A vítima, que já havia sido ouvida pela morte do empresário no dia 25 de fevereiro, prestaria novo depoimento no dia em que foi assassinado.

"Ele era considerado uma testemunha chave da morte do Leandro, pela proximidade que tinha com a vítima. Eu ouvi ele por duas horas, mas queria ouvir mais, porque sou bastante detalhista", explicou o delegado.

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