Tromboembolismo pulmonar: saiba o que acometeu Maurílio aos 28 anos

O cantor sertanejo, dupla de Luiza, está internado em estado gravíssimo em uma unidade de terapia intensiva (UTI). Foto: Reprodução Após sof...

O cantor sertanejo, dupla de Luiza, está internado em estado gravíssimo em uma unidade de terapia intensiva (UTI).
Foto: Reprodução

Após sofrer três paradas cardíacas e ser internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) em Goiânia, o cantor Maurílio Ribeiro, 28 anos, foi diagnosticado, na quarta-feira (15/12), com tromboembolismo pulmonar (TEP).

De acordo com o médico que o acompanha Maurílio, Wandervam Azevedo, há 15 dias o cantor reclamou de dor nas pernas para a família, o que pode ter sido o primeiro sintoma do problema de saúde.

O tromboembolismo pulmonar, também conhecido como embolia pulmonar ou infarto pulmonar, é resultado de um quadro grave, que se inicia quando um trombo (coágulo) localizado em uma das veias das pernas ou da pelve se solta e bloqueia os vasos sanguíneos do pulmão, impedindo a passagem adequada de sangue pelo órgão. Nos casos mais graves pode levar à morte súbita.

A condição resulta na morte progressiva da região afetada, causando dor torácica ao respirar e intensa falta de ar no paciente.

A combinação entre a dificuldade para respirar e as lesões no pulmão implicam a diminuição do oxigênio no sangue, podendo comprometer os demais órgãos.

O problema se agrava quando o paciente desenvolve vários coágulos ou quando a complicação dura por muito tempo, causando embolia ou infarto pulmonar.

Entre as doenças cardiovasculares, a tromboembolia pulmonar é a terceira principal causa de morte, atrás do infarto agudo do miocárdio e do acidente vascular cerebral (AVC).

Fatores de risco

Obesidade, tabagismo, distúrbios na coagulação do sangue, idade superior a 40 anos, imobilidade prolongada, cirurgias extensas, câncer, traumas, varizes, insuficiência cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são apontados como fatores de risco para o tromboembolismo pulmonar.

Entre as mulheres, também são fatores de risco: o uso de anticoncepcionais com estrógeno, reposição hormonal, gravidez e pós-parto.

Tratamento

O tratamento na fase aguda é feito com a anticoagulantes. Em casos de emergência, trombolíticos também podem ser administrados para reverter a gravidade do quadro.

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