Halo solar chama atenção no céu de Fortaleza e do interior do Ceará
Apesar da semelhança com o arco-íris típico de dias chuvosos, o halo solar é mais raro e depende de condições específicas Reprodução Quem ob...
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Apesar da semelhança com o arco-íris típico de dias chuvosos, o halo solar é mais raro e depende de condições específicas
Quem observou o céu de Fortaleza na manhã de quinta-feira (15), por volta das 10h50, pôde notar um fenômeno incomum: um anel colorido envolvendo o sol, semelhante a um arco-íris circular. O espetáculo, conhecido como halo solar, também foi registrado na quarta-feira (14) em Monsenhor Tabosa, no Sertão dos Crateús, no mesmo período do dia.
Apesar da semelhança com o arco-íris típico de dias chuvosos, o halo solar é mais raro e depende de condições específicas. De acordo com o meteorologista Lucas Fumagalli, da Funceme, o fenômeno ocorre quando a luz solar interage com cristais de gelo presentes em nuvens altas da atmosfera, geralmente entre 5 e 10 quilômetros de altitude. Esses cristais refratam e refletem a luz, separando-a em diferentes cores.
A presença do halo indica maior umidade nas camadas superiores da troposfera e pode ser observada também ao redor da Lua, especialmente em noites claras com nuvens finas. Apesar da beleza do fenômeno, especialistas alertam que não é seguro olhar diretamente para o sol, devido ao risco de danos à retina.
Fonte: Diário do Nordeste
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Quem observou o céu de Fortaleza na manhã de quinta-feira (15), por volta das 10h50, pôde notar um fenômeno incomum: um anel colorido envolvendo o sol, semelhante a um arco-íris circular. O espetáculo, conhecido como halo solar, também foi registrado na quarta-feira (14) em Monsenhor Tabosa, no Sertão dos Crateús, no mesmo período do dia.
Apesar da semelhança com o arco-íris típico de dias chuvosos, o halo solar é mais raro e depende de condições específicas. De acordo com o meteorologista Lucas Fumagalli, da Funceme, o fenômeno ocorre quando a luz solar interage com cristais de gelo presentes em nuvens altas da atmosfera, geralmente entre 5 e 10 quilômetros de altitude. Esses cristais refratam e refletem a luz, separando-a em diferentes cores.
A presença do halo indica maior umidade nas camadas superiores da troposfera e pode ser observada também ao redor da Lua, especialmente em noites claras com nuvens finas. Apesar da beleza do fenômeno, especialistas alertam que não é seguro olhar diretamente para o sol, devido ao risco de danos à retina.
Fonte: Diário do Nordeste




