Fiocruz inicia teste com novo medicamento de prevenção ao HIV
Sete cidades brasileiras irão receber a pesquisa que tem como objetivo gerar evidências científicas que possam embasar a avaliação para a po...
https://www.diariosobralense.com/2026/01/fiocruz-inicia-teste-com-novo.html?m=0
Sete cidades brasileiras irão receber a pesquisa que tem como objetivo gerar evidências científicas que possam embasar a avaliação para a possível incorporação do medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS).
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai conduzir um estudo clínico com o lenacapavir, novo medicamento utilizado na profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), em sete cidades brasileiras: Campinas, Florianópolis, Manaus, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
A pesquisa tem como objetivo gerar evidências científicas que possam embasar a avaliação para a possível incorporação do medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS).
O lenacapavir é considerado promissor por seu alto potencial preventivo contra o HIV, mas o custo elevado é apontado como um dos principais desafios para ampliar o acesso. Um estudo publicado na revista The Lancet estima que o custo real de produção do medicamento poderia variar entre US$ 25 e US$ 46 por pessoa ao ano. No entanto, nos Estados Unidos, o preço anual do tratamento pode ultrapassar US$ 28 mil por paciente, o equivalente a cerca de R$ 150,6 mil.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento ainda passará pela definição do preço máximo a ser praticado no país, etapa que será conduzida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
A eventual oferta do lenacapavir pelo SUS dependerá da avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e da aprovação final do Ministério da Saúde.
Em nota ao jornal O Estado de S. Paulo, a farmacêutica Gilead Sciences informou que o valor comercial do medicamento no Brasil ainda não foi definido e que comparações com preços internacionais não refletem o processo brasileiro. A empresa afirmou ainda que não há previsão de data para uma possível incorporação ao SUS, uma vez que os trâmites seguem fluxos e prazos próprios.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
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| Reprodução |
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai conduzir um estudo clínico com o lenacapavir, novo medicamento utilizado na profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), em sete cidades brasileiras: Campinas, Florianópolis, Manaus, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
A pesquisa tem como objetivo gerar evidências científicas que possam embasar a avaliação para a possível incorporação do medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS).
O lenacapavir é considerado promissor por seu alto potencial preventivo contra o HIV, mas o custo elevado é apontado como um dos principais desafios para ampliar o acesso. Um estudo publicado na revista The Lancet estima que o custo real de produção do medicamento poderia variar entre US$ 25 e US$ 46 por pessoa ao ano. No entanto, nos Estados Unidos, o preço anual do tratamento pode ultrapassar US$ 28 mil por paciente, o equivalente a cerca de R$ 150,6 mil.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento ainda passará pela definição do preço máximo a ser praticado no país, etapa que será conduzida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
A eventual oferta do lenacapavir pelo SUS dependerá da avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e da aprovação final do Ministério da Saúde.
Em nota ao jornal O Estado de S. Paulo, a farmacêutica Gilead Sciences informou que o valor comercial do medicamento no Brasil ainda não foi definido e que comparações com preços internacionais não refletem o processo brasileiro. A empresa afirmou ainda que não há previsão de data para uma possível incorporação ao SUS, uma vez que os trâmites seguem fluxos e prazos próprios.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo




