Ceará chega a registrar seis casos suspeitos de varíola dos macacos

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) recebeu a notificação nesta segunda-feira (20) de dois novos casos suspeitos de Monkeypox (varíola do...

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) recebeu a notificação nesta segunda-feira (20) de dois novos casos suspeitos de Monkeypox (varíola do macaco). As suspeitas foram notificadas em Fortaleza e Caucaia. Na sexta-feira (17), dois outros casos suspeitos foram detectados nas cidades de Caridade e Cedro.

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Foto: Reprodução

De acordo com a Sesa, quanto aos casos que estavam em investigação, o do residente de Maracanaú foi descartado após investigação laboratorial. Assim, segundo a Sesa, o Ceará soma seis notificações, sendo quatro casos em investigação (pacientes residentes em Fortaleza, Caucaia, Cedro e Caridade) e dois descartados.

Nos quatro casos que seguem em investigação foram aplicadas todas as medidas recomendadas, como isolamento, busca de contatos e coleta de material para exames laboratoriais para elucidação do caso e para diagnóstico diferencial para outras doenças, que estão em processamento.

Varíola dos macacos

Os sintomas iniciais da varíola dos macacos costumam ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão.

"Depois do período de incubação [tempo entre a infecção e o início dos sintomas], o indivíduo começa com uma manifestação inespecífica, com sintomas que observamos em outras viroses: febre, mal-estar, cansaço, perda de apetite, prostração", explica Giliane Trindade, virologista e pesquisadora do Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Dentro de um a três dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

"O que é um diferencial indicativo: o desenvolvimento de lesões – lesões na cavidade oral e na pele. Elas começam a se manifestar primeiro na face e vão se disseminando pro tronco, tórax, palma da mão, sola dos pés", completa Trindade, que é consultora do grupo criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações para acompanhar os casos de varíola dos macacos.

(G1/CE)

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