Influenciadora é condenada por exploração de mulheres

A influenciadora egípcia foi condenada a 3 anos de prisão por gravar vídeos com seguidoras e ganhar dinheiro com isso. Créditos: Metro World...

A influenciadora egípcia foi condenada a 3 anos de prisão por gravar vídeos com seguidoras e ganhar dinheiro com isso.

Créditos: Metro World News

Influenciadora Haneen Hossam. Foto: Reprodução Instagram

Uma influenciadora egípcia foi condenada a três anos de prisão por suposta exploração de mulheres, por exibir vídeos com garotas em suas redes sociais e ganhar dinheiro com isso.

Haneen Hossam negou a acusação e disse que os vídeos se tratavam de um convite para seus seguidores serem pagos por fazer vídeos ao vivo.
“Eu não fiz nada de criminoso para merecer isso”, disse Haneen Hossam, chorando em um vídeo, antes de ser detida. A jovem foi acusada de “violar valores e princípios familiares” por ter publicado vídeos em várias plataformas onde mostrava meninas dançando em troca de dinheiro.

Haneen Hossam estava na mira da justiça local desde 2020, quando postou um vídeo dizendo que queria ajudar meninas que não conseguiam encontrar emprego a ganhar algum dinheiro fazendo vídeos. Na época ela foi presa depois de convidar suas seguidoras para participar de outra plataforma de compartilhamento de vídeos, Likee, onde ela disse que poderia ganhar dinheiro transmitindo vídeos ao vivo.

Em julho daquele ano, o Tribunal Econômico do Cairo condenou Hossam e outra influenciadora egípcia no do TikTok, Mawada al-Adham, pela acusação de “violar valores e princípios familiares”. O tribunal condenou as duas a dois anos de prisão, além de multa.

Originalmente, o tribunal a condenou a 10 anos de prisão em junho do ano passado, mas o caso voltou ao tribunal, onde foi reduzido para três anos. Haneen Hossam é estudante da Universidade do Cairo e ganhou mais de 900 mil seguidores no TikTok postando vídeos dançando.
De acordo com a BBC, ativistas de direitos humanos dizem que ela foi processada como parte de uma repressão a mulheres influenciadoras de mídia social.

Eles argumentam que as acusações de Hossam e pelo menos 11 outras mulheres com milhões de seguidores enfrentadas desde 2020 violam os direitos à privacidade, liberdade de expressão, não discriminação e autonomia corporal. Eles dizem que se trata de uma campanha de perseguição contra as mulheres que se dedicam a serem influenciadoras e têm forte presença na juventude.
“O sistema de justiça está criminalizando tudo o que os influenciadores fazem todos os dias: convidar outras pessoas para trabalhar com eles e ganhar dinheiro no TikTok”, disse a advogada Mai el-Sadany nesta semana, segundo o meio de comunicação sul-africano IOL.

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Em junho de 2020, outra influenciadora, Mawada al-Adham, foi condenada a seis anos de prisão por exploração de mulheres.

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