Vídeo flagra ataque do ‘cavalo louco’ na região da Praça do Japão; porteiro relata casos e medo; veja

O caso mais recente aconteceu na quarta-feira (19) na Travessa Lange, no bairro Batel Um vídeo extraído de uma câmera de segurança flagrou o...

O caso mais recente aconteceu na quarta-feira (19) na Travessa Lange, no bairro Batel

Um vídeo extraído de uma câmera de segurança flagrou o ataque do ‘cavalo louco’ na região da Praça do Japão, no bairro Batel, em Curitiba, no final da tarde desta quarta-feira (19). Nesta modalidade, o ladrão passa de bicicleta e puxa, geralmente, a corrente do pescoço da vítima, mas pode ser qualquer outro objeto que ela carregue consigo. (Assista ao vídeo no final)

Travessa Lange, no Batel, com a Praça do Japão ao fundo.
Foto: Reprodução.

As imagens enviadas para a Banda B, na manhã desta quinta-feira (20), são de um dos edifícios localizados na Travessa Lange, que passa na lateral do espaço, que é um dos cartões-postais da cidade.

Pelas imagens, é possível ver quando uma mulher caminha pela calçada da rua, que vai no sentido Batel-Centro, e dois jovens pedalando bicicletas se aproximam.

Sem desmontar da bicicleta, um deles sobe a calçada, arranca o telefone celular das mãos da vítima e os rapazes seguem pedalando. Não há informações de que a mulher tenha sido ferida.

O caso aconteceu às 17h45 de quinta-feira. Duas horas antes, por volta das 15h, houve uma ocorrência semelhante, relata o porteiro de um dos edifícios residenciais Mauri Roberto Lacerta. Segundo ele, os casos são frequentes na região e acontecem, praticamente, toda semana.

Assista ao ataque do ‘cavalo louco’ no Batel

“Estamos com problema sério de roubos de correntinha e celulares. Já tivemos vários casos aqui nas proximidades da Praça do Japão. A gente não sabe o que fazer, fica numa situação bem complicada com os bandidos”,avalia Lacerda.

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O porteiro diz que os moradores ficam apreensivos e que a situação gera medo em quem mora, trabalha ou costuma frequentar a região. A Praça do Japão é um ponto turístico de Curitiba.

“Fora o trauma que fica na pessoa, não consegue sair de casa, não sai com nada em mãos pra não correr o risco de ser assaltado”, diz.

Fonte: Band B

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