65% dos cearenses têm \'muito medo\' de ser infectados pelo novo coronavírus, aponta pesquisa

Medo, privação, angustia. Estes são alguns dos sentimentos vivenciados por muitos brasileiros durante o período de pandemia. Esse misto de e...

Medo, privação, angustia. Estes são alguns dos sentimentos vivenciados por muitos brasileiros durante o período de pandemia. Esse misto de emoções tem uma razão de existir: o temor em se contaminar com o novo coronavírus.

A análise do Instituto Opnus revelou ainda que 81% dos entrevistados se mostram \"muito preocupados\" com a pandemia.  (Foto: AdNormas)

Atualmente, 65% da população cearense afirma ter “muito medo” de ser infectada pela Covid-19. O dado integra a pesquisa “Opinião, rotina e impactos na vida dos cearenses durante a pandemia”, feita pelo Instituto Opnus.

A pesquisa Opnus revela que 81% dos entrevistados se mostram muito preocupados com a pandemia. Em julho de 2020, esse índice era de 45%.

O diretor do Instituto Opnus, Pedro Barbosa, explica que para entender esse aumento no número de pessoas que passaram a ter medo da contaminação, é preciso contextualizar os dois momentos em que as pesquisas foram feitas: julho de 2020 e março deste ano.

"Em julho, o pico já tinha passado. O pior momento havia sido na segunda quinzena de maio. Depois disso os índices começaram a cair vertiginosamente de junho em diante. Agora, é exatamente ao contrário. A pesquisa foi feita justamente no ápice da pandemia desta segunda onda", avalia Pedro.

Diante dos números de casos e óbitos deste ano, que já são superiores ao de 2020 em várias regiões do Brasil, Barbosa avalia que "o temor da população naturalmente agora é maior". A volúpia de casos, ainda segundo o diretor, justifica a percepção das pessoas quando ao atual cenário. Ao todo, 87% dos entrevistados disseram que deixaram de visitar amigos ou parentes no último ano.

A pesquisa do Instituto mostrou que 29% dos entrevistados afirmam que visitar família e amigos era o que mais gostavam de fazer antes da pandemia. 4% responderam que a atividade preferida antes da pandemia era ir à igreja ou templos. Apesar do medo, 45% dos cearenses afirmaram, na pesquisa, que saem de casa “para trabalhar” mantendo os cuidados redobrados.

O uso da máscara facial, é feita por 98% dos cearenses. Deste total, apenas 13% disseram utilizar por ser obrigatório e 86% reconhecem a importância do equipamento. A pesquisa revela ainda que 99% dos cearenses higienizam as mãos sempre que possível.
 
(Diário do Nordeste)

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