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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Saiba como é a cirurgia a qual Bolsonaro será submetido

Na véspera de nova cirurgia, Bolsonaro vai participar de primeiro 7 de setembro como presidente


Evelin Azevedo, da Agência O Globo


A cirurgia de correção de hérnia incisional, pela qual o presidente Jair Bolsonaro será submetido no próximo domingo, é um procedimento de médio porte — por envolver ambiente cirúrgico, abertura abdominal e anestesia geral — e bem comum em pessoas que passaram por múltiplas incisões na mesma região. Especialistas afirmam que este procedimento é o menos complexo se comparado com outros três que ele precisou realizar desde que tomou uma facada durante a campanha presidencial no ano passado.

— A hérnia ocorre quando há um defeito na parede abdominal, provocando uma abertura anormal que possibilita que um órgão esta cavidade passe para o compartimento do próximo à pele — diz o cirurgião do aparelho digestivo Raphael Araujo.

No caso da hérnia incisional, o problema é causado pelo enfraquecimento muscular da região que foi operada. Quanto mais cirurgias na mesma área, maior é a chance de apresentar a condição. De acordo com a Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal, o problema aparece em cerca de 12% das incisões realizadas. No ano passado, foram realizadas 23.850 cirurgias de correção de hérnia incisional no Sistema Único de Saúde apenas no ano passado, segundo números do Datasus.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

— Quando a parede abdominal é cortada por qualquer motivo, a cicatrização não devolve complemente a força daquele músculo. Com os esforços do dia a dia, como levantar da cama ou carregar peso, esta região enfraquecida pode se afastar e uma parte do intestino, por exemplo, vir para fora e formar um ambulamento (uma espécie de bola na barriga) — detalha Saulo Gontijo, cirurgião geral e plástico do Hospital municipal Ronaldo Gazolla.

A cirurgia é a única forma de corrigir a hérnia incisional. Além de trazer resultado estético, o procedimento impede possíveis agravamentos da situação, como explica Leonardo de Mello Del Grande, gastroenterologista do Hospital Edmundo Vasconcelos:

— Com o passar do tempo há chance de que a hérnia cresça ainda mais. Além disso, há risco de encarceramento, situação na qual o órgão que entrou no orifício da hérnia deixa de receber irrigação sanguínea, podendo causar uma necrose.

Pessoas que fumam, ingerem álcool em excesso e tem diabetes descompensado têm maior chance de apresentar hérnias incisionais após uma cirurgia.

— A ausência destes fatores não impede que o problema apareça. Uma pessoa saudável também está suscetível a isto, principalmente se ela for submetida a uma cirurgia de urgência

 — afirma Douglas Bastos, chefe do Serviço de Cirurgia Hepatobiliar do Hospital São Vicente de Paulo.

O tempo de repouso depende da complexidade da operação. Quando realizada precocemente, o paciente pode voltar às suas atividades de sete a dez dias depois da cirurgia, excluindo as atividades físicas, que devem ser suspensas por pelo menos dois meses.

— É importante seguir os cuidados pós-operatórios indicados pela equipe médica para evitar a reincidência. Muitos pacientes querem voltar logo a trabalhar e cinco meses depois precisam ser submetidos a um novo procedimento porque forçaram a região em excesso — alerta Gontijo.

Entenda como é o procedimento
- Por conta do histórico médico de Bolsonaro, especialistas acreditam que a cirurgia será convencional, com abertura do abdômen. A outra opção é por videolaparoscopia, menos invasiva.

- Os médicos abrem a barriga do paciente, colocam o órgão que entrou no orifício da hérnia em seu lugar e costuram a abertura da parede abdominal

- Normalmente, coloca-se uma tela de proteção — que não é aderida pelo corpo — para dar mais sustentação à região e diminuir o risco de uma nova hérnia.

- O paciente costuma usar uma cinta protetora no pós-operatório para evitar que a região fique sobrecarregada.

- Durante o pós-operatório a alimentação deve ser leve, afim de evitar possíveis problemas na região.

- O tempo de repouso pode variar de sete a quinze dias, dependendo do estado de saúde e da atividade laboral do paciente.

7 de setembro
Na véspera do novo procedimento cirúrgico, Jair Bolsonaro vai participar do primeiro desfile-cívico-militar de 7 de Setembro como presidente. O desfile deve demorar em torno de 1h15 e não tem previsão de discurso de Bolsonaro.

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