Enfermeiro do interior do Ceará compra iPhone pela internet e recebe caixa de chocolates no lugar
Rafael Braga mora em Itapipoca, no interior do Ceará, e fez a compra pela Amazon. Cliente teve dificuldades em solucionar o problema, mas co...
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Rafael Braga mora em Itapipoca, no interior do Ceará, e fez a compra pela Amazon. Cliente teve dificuldades em solucionar o problema, mas conseguiu obter reembolso do valor pago.
O que deveria ser a entrega de um novo celular terminou em frustração para o enfermeiro Rafael Braga, de 35 anos, morador de Itapipoca, no interior do Ceará. Acostumado a realizar compras online, ele afirma que esperava receber um iPhone avaliado em R$ 4,1 mil, mas encontrou, dentro da embalagem lacrada, apenas uma caixa de chocolates da marca Bis.
A compra foi feita pela plataforma da Amazon, com venda e entrega realizadas diretamente pela própria empresa. Rafael relata que optou por não adquirir o produto de vendedores terceiros, mesmo encontrando preços menores, justamente para reduzir riscos e garantir maior segurança na transação. O aparelho seria um presente para a esposa, e o casal planejou a compra desde dezembro, parcelando o valor em 12 vezes no cartão de crédito.
No momento da entrega, o enfermeiro informou ao entregador um código de verificação, procedimento adotado como medida de segurança. Ele conferiu os dados na etiqueta da encomenda e confirmou que o pacote estava devidamente lacrado. Ainda assim, ao abrir a caixa, percebeu que o conteúdo não correspondia ao item adquirido.
Segundo Rafael, o primeiro sinal de que algo estava errado foi o peso da embalagem. Ao abrir o pacote, a surpresa foi imediata. “Quando vi que era uma caixa de chocolates, fiquei sem acreditar”, relatou. Ele conta que, inicialmente, chegou a questionar se o conteúdo mais leve poderia ser resultado de mudanças recentes nas embalagens de celulares, mas a dúvida foi desfeita assim que abriu a caixa.
Após o ocorrido, Rafael tentou resolver a situação diretamente com a empresa. Durante seis dias, entrou em contato por chat, telefone e e-mail, mas recebeu respostas negativas. A Amazon alegava que o produto havia sido corretamente embalado e enviado pelo centro de distribuição, descartando a possibilidade de erro.
Em uma das mensagens enviadas ao cliente, a empresa informou que havia analisado o histórico da conta e mencionou um pedido anterior em que Rafael teria relatado a ausência de um produto. O enfermeiro esclarece que se tratava de um item de baixo valor, um cooler para computador comprado em novembro de 2024, que havia sido extraviado e reembolsado sem dificuldades.
A situação se agravou na quarta-feira (28), quando Rafael recebeu dois novos e-mails: um informando a negativa do reembolso do celular e outro alertando sobre a possibilidade de encerramento de sua conta devido a solicitações de reembolso anteriores. Diante disso, ele registrou um boletim de ocorrência eletrônico e foi orientado a procurar o Procon e o Juizado Especial Cível.
Na manhã da quinta-feira (29), no entanto, o impasse foi resolvido. A Amazon realizou o estorno integral do valor pago pelo iPhone. Em nota enviada ao consumidor, a empresa informou que estava apurando o ocorrido e que entraria em contato para solucionar o problema.
Abalado com a experiência, Rafael relata que se sentiu culpado nos primeiros dias, questionando se poderia ter tomado alguma medida adicional. Ele afirma que costuma gravar a tela do celular durante compras em outros sites como forma de proteção, mas desta vez não o fez por confiar na plataforma. “Era um site em que eu confiava. Recebi a caixa lacrada e, mesmo assim, passei por isso. Foi muito frustrante”, concluiu.
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| Reprodução |
O que deveria ser a entrega de um novo celular terminou em frustração para o enfermeiro Rafael Braga, de 35 anos, morador de Itapipoca, no interior do Ceará. Acostumado a realizar compras online, ele afirma que esperava receber um iPhone avaliado em R$ 4,1 mil, mas encontrou, dentro da embalagem lacrada, apenas uma caixa de chocolates da marca Bis.
A compra foi feita pela plataforma da Amazon, com venda e entrega realizadas diretamente pela própria empresa. Rafael relata que optou por não adquirir o produto de vendedores terceiros, mesmo encontrando preços menores, justamente para reduzir riscos e garantir maior segurança na transação. O aparelho seria um presente para a esposa, e o casal planejou a compra desde dezembro, parcelando o valor em 12 vezes no cartão de crédito.
No momento da entrega, o enfermeiro informou ao entregador um código de verificação, procedimento adotado como medida de segurança. Ele conferiu os dados na etiqueta da encomenda e confirmou que o pacote estava devidamente lacrado. Ainda assim, ao abrir a caixa, percebeu que o conteúdo não correspondia ao item adquirido.
Segundo Rafael, o primeiro sinal de que algo estava errado foi o peso da embalagem. Ao abrir o pacote, a surpresa foi imediata. “Quando vi que era uma caixa de chocolates, fiquei sem acreditar”, relatou. Ele conta que, inicialmente, chegou a questionar se o conteúdo mais leve poderia ser resultado de mudanças recentes nas embalagens de celulares, mas a dúvida foi desfeita assim que abriu a caixa.
Após o ocorrido, Rafael tentou resolver a situação diretamente com a empresa. Durante seis dias, entrou em contato por chat, telefone e e-mail, mas recebeu respostas negativas. A Amazon alegava que o produto havia sido corretamente embalado e enviado pelo centro de distribuição, descartando a possibilidade de erro.
Em uma das mensagens enviadas ao cliente, a empresa informou que havia analisado o histórico da conta e mencionou um pedido anterior em que Rafael teria relatado a ausência de um produto. O enfermeiro esclarece que se tratava de um item de baixo valor, um cooler para computador comprado em novembro de 2024, que havia sido extraviado e reembolsado sem dificuldades.
A situação se agravou na quarta-feira (28), quando Rafael recebeu dois novos e-mails: um informando a negativa do reembolso do celular e outro alertando sobre a possibilidade de encerramento de sua conta devido a solicitações de reembolso anteriores. Diante disso, ele registrou um boletim de ocorrência eletrônico e foi orientado a procurar o Procon e o Juizado Especial Cível.
Na manhã da quinta-feira (29), no entanto, o impasse foi resolvido. A Amazon realizou o estorno integral do valor pago pelo iPhone. Em nota enviada ao consumidor, a empresa informou que estava apurando o ocorrido e que entraria em contato para solucionar o problema.
Abalado com a experiência, Rafael relata que se sentiu culpado nos primeiros dias, questionando se poderia ter tomado alguma medida adicional. Ele afirma que costuma gravar a tela do celular durante compras em outros sites como forma de proteção, mas desta vez não o fez por confiar na plataforma. “Era um site em que eu confiava. Recebi a caixa lacrada e, mesmo assim, passei por isso. Foi muito frustrante”, concluiu.
Fonte: Sistema Paraíso




