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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Mitos e verdades: tudo que você precisa saber sobre os pneus do seu carro

Confira uma lista com oito detalhes sobre a vida útil dos pneus, trocas e manutenção


Lívia Oliveira



O pneu desempenha funções essenciais para o funcionamento eficiente do carro. Ele é responsável por estabelecer o contato do carro com o solo, proporciona uma dirigibilidade segura, melhor desempenho do veículo e menor consumo de combustível. Porém, para realizar bem essas funções eles precisam estar em bom estado de conservação.

Esse item do veículo tem vida útil de 60 mil quilômetro em carros e 15 mil quilômetro em motocicletas. Porém, essa quilometragem pode variar a depender da forma como o condutor dirige e os cuidados de manutenção. Arrancadas e freadas bruscas, fazer curvas em alta velocidade e transitar frequentemente por regiões muito esburacadas ou com obstáculos na pista são exemplos de atitudes que prejudicam os pneus.

Quanto a manutenção, o motorista não pode esquecer de calibrar os pneus, fazer o alinhamento da suspensão e o balanceamento dos pneus seguindo as recomendações do manual do proprietário.

Mitos e verdades sobre o pneu
1 - A Calibragem pode ser feita na medida que o condutor achar adequada sem prejuízos à durabilidade.

Mito. Esse procedimento deve ser realizado com a pressão na medida certa, que é indicada no manual do proprietário, pelo menos a cada quinze dias. Em alguns carros, a informação do pressão de calibragem está fixada na porta do motorista.

- Pressão inferior à recomendação: Nesse caso vai faltar ar dentro do pneu, o que reduz a área de contato com o solo e traz uma série de consequências, entre elas: desgaste acelerado e irregular da banda de rodagem na área dos ombros, diminuição da durabilidade e aumento do consumo de combustível. Em situações extremas, pode até mesmo provocar a quebra ou a separação dos componentes da estrutura do pneu.

- Pressão superior da recomendação: O excesso, ao contrário do que muita gente pensa não será recompensado com a sobrecarga. O pneu estará mais suscetível a cortes e impactos da pista. Além disso, o item terá sua vida útil comprometida de forma irregular, já que o desgaste vai ser mais acelerado no centro da banda de rodagem.

2 - O rodízio de pneus diminui o gasto de combustível.
Verdade. Esse procedimento de trocar a posição dos pneus dianteiros com os traseiros permite um desgaste uniforme dos componentes de eixo e uma maior durabilidade dos pneus.

O especialista em pneus, Samuel Chaves, gerente da Minas Pneus, deu algumas orientações sobre o procedimento em entrevista ao iBahia. "O rodízio é recomendado a cada 10 mil quilômetros rodado e deve ser planejado desde a compra dos pneus para que seja eficiente. É recomendado realizar em um centro automotivo, porque não é apenas inverter a posição dos pneus, é preciso fazer o alinhamento da suspensão e o balanceamento dos pneus".

Ele ainda explicou como é feito o rodízio. "A forma como vai inverter os pneus varia de acordo com o desenho do pneu e com a tração do veículo. Veículos com tração dianteira, geralmente opta-se por trocar o pneu dianteiro direito pelo traseiro direito e vice versa; já nos com tração traseira, o rodízio se assemelha a letra X, pneu dianteiro direito com traseiro esquerdo".

3 - Pode comprar pneu visando apenas a economia
Mito. Na hora de comprar o pneu do seu carro leve em consideração as características técnicas informadas no manual do proprietário e a utilidade (vai dirigir em estrada de chão? apenas no assalto?). Busque um pneu que se adeque ao seu perfil de dirigibilidade: passeio, esportivo, utilitário ou misto.


4- Pneus de uso misto tem menor durabilidade.
Verdade. A vida útil de um pneu misto é de 50 mil quilômetros, especialistas admitem essa redução da durabilidade a presença de mais espaço entre os gomos. Outra coisa muito comentada sobre esse assunto é que o modelo é projetado para dirigir na mais no asfalto do que em estrada de terra, para compensar esse detalhe é importante manter o alinhamento, balanceamento e calibragem em dias.

5- Posso melhorar o desempenho de um carro comum usando pneus maiores.
Mito. Tanto pneus como rodas muito grandes deixam o veículo mais pesado, a direção mais lenta, compromete a aceleração, aumenta o consumo de combustível e ainda dificulta a visualização quando chegar a hora de trocar. Então, a mudança vai trazer apenas resultado estético. A relação do tamanho da roda e o efeito na aceleração do carro é proporcional:

- Rodas maiores = Menor aceleração e maior velocidade máxima
- Rodas menores = Maior aceleração e menor velocidade máxima

6- Mudar a marca e o modelo do pneu a cada troca diminui a segurança veicular.
Verdade. Os pneus originais, que atendem as especificações do fabricante, contribui para a boa estabilidade do veículo. A cada troca, ao mudar de marca ou modelo, o motorista vai sentir a diferença na hora da condução, pois cada empresa tem suas especificações de largura e altura para o produto.

7- Pneu "careca" é quando não tem mais os "cabelinhos".
Para identificar se o pneu está careca, o especialista Alexandre Barroso, gerente centro automotivo HC Pneus, explicou que o condutor deve observar o indicador TWI (Tread Wear Indicator).

"O TWI é um ressalto de borracha localizado entre os sulcos da banda de rodagem dos pneus, que 1,6 mm de profundidade, se a altura for inferior a esse valor é preciso substituir os pneus. Pode ser identificado apenas visualmente. Os cabelinhos não interferem em nada, inclusive alguns modelos de pneu nem estão vindo mais com esse detalhe", esclareceu.

Ele ainda esclareceu que o careca tem relação com o pneu está liso. "O pneu careca tem a superfície toda uniforme, o que compromete o atrito do item com o solo", contou.
8- Estou sem grana para trocar todos os pneus, vou optar por substituir só os dianteiros porque eles controlam o carro.


Mito. O ideal é trocar todos no mesmo período para ter um desgaste uniforme, porém se precisar optar o mais adequado é substitui os pneus do eixo traseiro. Os pneus traseiros são responsáveis pela estabilidade do veículo e imprescindíveis para o motorista se sair bem de situações de aquaplanagem ou de freagens bruscas.

*Sob supervisão do editor chefe Rafael Sena

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