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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Avançam investigações do caso de ataque hacker sofrido por Moro e Dellagnol

PF anunciou a prisão de quatro pessoas suspeitas de invadir celulares de autoridades.

Para conseguir prender, nesta terça-feira, quatro suspeitos de hackear celulares de autoridades, como o ministro Sergio Moro (Justiça), e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato em Curitiba, a Polícia Federal usou a perícia criminal federal, que conseguiu rastrear os sinais do ataque aos telefones. Para investigadores, o grau de capacidade técnica dos hackers não era alto.

A investigação ainda não conseguiu estabelecer com exatidão se o grupo sob investigação em São Paulo tem ligação com o pacote de mensagens privadas dos procuradores da Lava Jato obtido pelo site The Intercept Brasil.

Uma possível relação entre os dois assuntos não foi confirmada oficialmente pela PF. Segundo o órgão, "as investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados".

As ordens judiciais foram expedidas pelo juiz federal de Brasília Vallisney de Souza Oliveira. O delegado da PF à frente do caso é Luís Flávio Zampronha, que em 2005 e 2006 presidiu o inquérito policial que apurou o escândalo do mensalão, no Governo Lula.

O inquérito em curso foi aberto em Brasília, a fim de apurar o ataque a aparelhos de Moro, do desembargador Abel Braga, do juiz federal Flávio Lucas e dos delegados da PF em São Paulo Rafael Fernandes e Flávio Reis.

O caso de autoridades da Lava Jato em Curitiba está sendo tratado em inquérito aberto pela PF no Paraná. Em junho, Moro esteve no Senado para dar explicações sobre sua atuação como juiz.

Durante a sessão, ele deu detalhes do ataque hacker de que foi vítima. Afirmou que, em 4 de junho, por volta das 18h, seu próprio número o telefonou três vezes. Segundo a PF, os invasores não roubaram dados do aparelho do ministro - só Dallagnol teve informações captadas durante o ataque que sofreu.

Moro disse que deixou de usar o Telegram, de onde as mensagens vazadas foram extraídas, em 2017, quando houve notícias de ação hacker nas eleições dos EUA e ele começou a desconfiar da segurança do aplicativo de origem russa.

(Diário do Nordeste)
Foto AFP

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