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sexta-feira, 5 de abril de 2019

Imagens mostram que rapaz e universitária ficaram submersos no lago

Suspeito prestou novo depoimento nesta quarta (3) e vai fazer exame de arcada dentária. Corpo de Natália é velado na Asa Sul

Facebook/Reprodução


Investigadores da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) analisam outras imagens de câmeras de segurança que podem ajudar a esclarecer a morte da universitária Natália Ribeiro dos Santos Costa, 19 anos. A jovem foi encontrada morta no Lago Paranoá na segunda-feira (1°/4). O corpo dela está sendo velado no Cemitério Campo da Esperança, Asa Sul, nesta quarta (3). Os policiais tiveram acesso a mais um vídeo. Ele indica que o rapaz que estava com a vítima também teria se afogado, mas conseguiu sair do espelho d’água.
Em um determinado momento, é possível ver que os dois ficam submersos. Logo depois, o jovem, também de 19 anos, morador da Asa Norte, volta para a margem, observa e vai embora. As gravações foram feitas entre as 18h e 18h30 de domingo. Todas mostram os dois dentro do lago. Ele disse não ter entrado no espelho d’água, mas foi desmentido pelas imagens. Os investigadores têm convicção de que ambos estavam completamente embriagados.
Natália desce um barranco correndo às 18h16. O rapaz a segue. Os dois param à beira do lago. Um minuto depois, entram no lago e ficam um de frente para o outro. Em seguida, há um movimento dela contra o rapaz, como se fosse um “empurrão”. Natália afunda. O jovem fica inerte e, depois de um tempo, retorna para a margem e passa a observar a situação. Ele entra no espelho d’água mais duas vezes. Às 18h25, vai embora sozinho.
A Polícia Civil trata o caso com cautela e não afirma oficialmente se já é possível apontar algum crime. O Metrópoles, no entanto, apurou que a possibilidade de ter ocorrido um feminicídio é praticamente descartada pelos investigadores. Eles esperam concluir o caso após receber o laudo preliminar cadavérico, que vai apontar as causas da morte e se houve algum tipo de agressão ou violação à vítima.
Na manhã desta quarta-feira (3/4), o estudante que estava com Natália compareceu novamente à 5ª DP. Ele foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), onde passou por exames para comparar se a marca de mordida no braço esquerdo dele é compatível com a arcada dentária da universitária. Enquanto isso, a família da jovem participa do velório no Campo da Esperança, na Asa Sul.
“Quando vi o corpo no IML, já percebi as marcas. Ela estava toda machucada no rosto, como se tivesse levado um soco”, disse o tio de Natália, Célio Ribeiro, 51, durante o velório da jovem nesta quarta (3), no Campo da Esperança, na Asa Sul.
Novo depoimento
O suspeito prestou dois depoimentos à polícia. No primeiro, ele nega que entrou no lago com a jovem. No segundo, afirma que a acompanhou, mas não se lembra do que aconteceu porque ingeriu uma grande quantidade de álcool.
Delegados e agentes estão intimando os convidados do churrasco que ocorreu no Clube Almirante Alexandrino, além de familiares e amigos dos estudantes para entender o perfil dos envolvidos e coletar detalhes que possam ajudar a montar a dinâmica do caso.
Natália fazia letras na Universidade Paulista (Unip). A jovem era considerada sonhadora, alegre e determinada. Tinha mais de 45 mil seguidores no Instagram. Independente, morava sozinha no Paranoá.
Entenda
O corpo da estudante foi encontrado boiando na altura da Capitania Fluvial de Brasília. Natália vestia short e blusa no momento em que foi achada. O suspeito chegou a ser detido e levado por policiais da 6ª DP para a 5ª Delegacia de Polícia na tarde dessa segunda (1º). Porém, foi liberado após prestar depoimento, por volta das 19h20.
No primeiro depoimento, admitiu ter bebido além da conta, afirmou que não conhecia Natália e relatou que teria encontrado a jovem no churrasco que ocorria no Caalex quando decidiu tomar uma ducha perto do parquinho do clube porque estaria muito embriagado. Contou que teria sido elogiado pela universitária, mas alertou sobre o fato de ter namorada.
“Foi quando Natália perguntou o que a minha namorada ia achar disso e me mordeu no braço esquerdo, na altura do antebraço”, explicou o jovem universitário, morador da Asa Norte, em depoimento. O suspeito, então, conforme disse à PCDF, teria ficado surpreso com o gesto da garota. Alegou que a estudante mordeu seu braço para supostamente causar ciúmes na namorada dele.
Depois do incidente, segundo narrou para a polícia, Natália teria convidado o suspeito para ir até o lago – ele garante que recusou a proposta. Afirmou, ainda, ter observado a estudante caminhando em direção à água. “Até que em um ponto do caminho, que é formado por uma ribanceira, saiu de seu campo de visão e passou a olhar para o céu, permanecendo assim por cerca de 4 a 5 minutos”, ressaltou.
Natália foi ao churrasco com mais quatro amigos. Chegaram entre as 15h e 15h30. Uma jovem, que estava com a vítima, disse que viu a universitária pela última vez ao lado do suspeito, já depois das 18h. Contou que os dois estavam “brincando de lutinha, de se morder e foram correndo para o lago”.
Lá, segundo a testemunha contou aos policiais civis, o casal ficou por cerca de 30 minutos. “Depois, ele [o suspeito] voltou sozinho. Todos perguntaram onde estava Natália e ele, que estava muito bêbado, disse que não sabia. E ficou lá em cima, na saída do clube”, afirmou a moça de 20 anos.
O fato de dizer que não conhecia a universitária é apontado por amigos e familiares como uma contradição. Eles garantem que o casal chegou a ficar junto em pelo menos outra ocasião. Disseram, ainda, que ele frequentava lugares em que a jovem costumava ir também.
O defensor público André Praxedes, que acompanha o caso a pedido da família do rapaz, disse que não tem informações sobre as imagens. Destacou que na segunda-feira (8) vai pedir para que todo o material colhido seja repassado a ele. Ressaltou ainda que o jovem começou a beber às 12h20 de domingo, no churrasco, e que “não soube reagir” quando a jovem submergiu.
Fonte: Metrópoles

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