Irmão de mulher morta por PM: “Botou a arma na cara dela várias vezes”

Adriana Santos foi assassinada pelo companheiro e policial militar Epaminondas Silva, que não concordava com o divórcio. Ele se matou “...

Adriana Santos foi assassinada pelo companheiro e policial militar Epaminondas Silva, que não concordava com o divórcio. Ele se matou


“Ele botou a arma na cara dela várias vezes. Ameaçava matá-la e os meninos, pois não concordava com a separação.” O relato de Marcelo Adson, irmão de Adriana Castro Rosa Santos, 40 anos, expõe que o episódio de feminicídio de terça-feira (7/8), no Riacho Fundo II, era mais uma “tragédia anunciada”. Após assassinar a ex-companheira, o policial militar Epaminondas Silva Santos, 51, lotado no 8º Batalhão, tirou a própria vida.
Em um intervalo de três dias, o Distrito Federal registou três casos de feminicídio. O brutal assassinato de Adriana foi o mais recente, ocorrido no dia em que a Lei Maria da Penha completou 12 anos de sanção.
Adriana e Epaminondas eram casados havia 34 anos, estavam se divorciando e deixam dois filhos: uma menina de 8 anos e um menino de 11. Segundo Marcelo, o relacionamento entre Adriana e seu algoz tornou-se abusivo quando ela decidiu iniciar o processo de separação.
Fonte: Metropoles

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