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Ex-affair de Tony Salles, empresária foi vítima da 'Doutora Enfermeira'; veja foto

Segundo a empresária, a 'Doutora Enfermeira' se apresentava como médica e cobrou R$8 mil pelo serviço Ricardo Rigel, da Agência O ...

Segundo a empresária, a 'Doutora Enfermeira' se apresentava como médica e cobrou R$8 mil pelo serviço

Ricardo Rigel, da Agência O Globo

A empresária Kamila Simioni, de 32 anos, ex-affair do cantor Tony Salles, também foi vítima da auxiliar de enfermagem Fernanda Silva de Almeida, de 39 anos, a "Doutora Enfermeira". Os dois se envolveram quando a mulher de Tony, a ex-dançarina Sheila Carvalho, estava num reality show.
Nesta quinta-feira, um dia depois de Fernanda ser presa em flagrante, com remédios fora da validade, silicone industrial e materiais desviados do Hospital municipal Pedro II, Kamila revelou em seu Instagram que também foi vítima da enfermeira. Ao EXTRA ela contou que, após passar pela bioplastia com Fernanda, ficou com as nádegas inflamadas e teve que gastar R$60 mil para consertar o estrago.
Dona de uma rede de esmalterias em Belo Horizonte, Minas Gerais, Kamila conta que conheceu Fernanda no ano passado pelas redes sociais. Segundo a empresária, a 'Doutora Enfermeira' se apresentava como médica e cobrou R$8 mil pelo serviço:

— Em novembro do ano passado, depois de entrar em contato com a Fernanda pelas redes sociais, fui até a clínica dela, em Nova Iguaçu, para ela fazer a aplicação do metacril. Voltei para Belo Horizonte no mesmo dia. Ela havia feito um curativo e disse que eu deveria manter por sete dias, mas no terceiro comecei a sentir muitas dores e resolvi abrir. Estava tudo inflamado e com muito pus. Ela fez um estrago.
Kamila lembra que ficou muito assustada e passou a entrar em contato com Fernanda e uma outra mulher que trabalhava com ela: — Elas me trataram com muita grosseria e mudaram completamente a história. Passaram a me difamar nas redes e a dizer que eu era caloteira. Na época, procurei o meu advogado e entrei com um processo contra ela por difamação, mas resolvi não me expor na mídia para não dar notoriedade para ela.

Com as nádegas completamente inflamadas, Kamila procurou um médico e precisou passar por um grande tratamento: — Fiquei muito abalada com tudo que aconteceu comigo. Sempre cuidei muito do meu corpo, e o meu bumbum ficou completamente deformado. Gastei mais de 60 mil reais com raspagens e plástica para arrumar tudo. Foram quatro meses terríveis — conta a empresária.
Na semana que vem, Kamila vai à Delegacia do Consumidor (Decon), responsável pela investigação do caso, para dar o seu depoimento. — Meu objetivo, agora, é alertar outras mulheres para que não caiam neste tipo de história — alerta.
ENTENDA O CASO
Durante a manhã da última quarta-feira, agentes da Delegacia do Consumidor (Decon) fecharam o salão de beleza "Espaço brilho de mulher' que funcionava de forma irregular em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O local, segundo denúncias recebidas pelo EXTRA e repassadas à especializada, era utilizado por Fernanda para procedimentos estéticos, entre eles a técnica do “Levanta bumbum”.
No espaço, na Vila Iracema, os policiais encontraram 425 caixas de PMMA 30% (Metacril), 25 frascos de silicone industrial, diversos medicamentos vencidos além de um equipamento lipoaspirador e materiais cirúrgicos desviados do hospital municipal Pedro II. A "Doutora Enfermeira" não estava no local, mas foi encontrada pela polícia em sua residência, no mesmo bairro.
Fernanda foi presa em flagrante, ao prestar depoimento à Decon. Segundo a delegada titular da especializada, Danela Terra, a falsa enfermeira já tinha cinco anotações criminais. A primeira, em 2014, ela foi autuada no crime contra a ordem tributária por portar produtos fora da validade. Em 2016, ela respondeu pelo crime de injuria. E no ano passado, Fernanda foi autuada por exercício ilegal da medicina, ameaça e mais uma vez por portar produtor fora da validade.
A Doutora Enfermeira trabalha como auxiliar de enfermagem no Hospital Federal dos Servidores do Estado, no Centro do Rio. Só que no salão dela foram encontrados equipamentos cirúrgicos do Hospital Municipal Pedro II, na Zona Oeste.
— Ela vai responder pelos crimes de exercício ilegal da medicina, armazenamento de produto vencido, falsidade material, tendo em vista os receituários médicos sem o devido preenchimento, e receptação qualificada, pois existiam no local materiais provenientes do Pedro II. Ela conseguiu esse material, mas ainda não disse como — contou a deletada titular da Decon, Daniela Terra.

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