Secretário de Trump faz fala preconceituosa em fábrica nos EUA
O secretário do Departamento de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth , voltou a provocar forte repercussão após fazer um comentário cons...
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O secretário do Departamento de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, voltou a provocar forte repercussão após fazer um comentário considerado preconceituoso durante um discurso em uma fábrica de equipamentos militares em Rhode Island, nesta segunda-feira (9).
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| Reprodução |
Ao visitar a unidade responsável pela produção de estruturas para submarinos nucleares que ele classificou como parte do “arsenal da paz” Hegseth afirmou, em tom de provocação: “Chega de homens de vestido”. A declaração, apontada como transfóbica, foi reproduzida com entusiasmo em um perfil oficial do governo Trump, acompanhado da legenda: “A multidão foi à loucura”.
Não é a primeira vez que o secretário faz ataques desse tipo. Em 30 de setembro, diante de cerca de 800 oficiais de alta patente das Forças Armadas, Hegseth já havia criticado duramente políticas de diversidade implementadas por governos anteriores. Na ocasião, atacou o que chamou de “generais gordos” e afirmou que programas de inclusão teriam levado a “décadas de decadência” nas tropas.
O secretário prometeu mudanças profundas na forma como denúncias de discriminação são tratadas dentro das Forças Armadas, afirmando que o atual sistema faz com que líderes de alto escalão “pisem em ovos”. Segundo ele, militares que não concordarem com sua agenda deveriam abrir mão de suas patentes.
“Líderes políticos tolos e imprudentes nos colocaram no caminho errado. Viramos o Departamento Woke, mas isso acabou”, declarou Hegseth, utilizando um termo frequentemente empregado por aliados de Trump para criticar políticas associadas à esquerda.
Ele também defendeu a demissão de oficiais de alto escalão, incluindo o ex-chefe das Forças Armadas dos EUA, Charles Q. Brown, e Linda Fagan, a primeira mulher a comandar uma das seis forças armadas do país. Segundo Hegseth, ambos fariam parte de uma “cultura falida”.
Durante o discurso, o secretário afirmou ainda que testes de aptidão física passarão a seguir exclusivamente padrões masculinos e defendeu regras mais rígidas sobre aparência pessoal. “É inaceitável ver generais e almirantes acima do peso nos corredores do Pentágono. A era da aparência pouco profissional acabou. Chega de barbas”, disse, diante de uma plateia silenciosa.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou do evento e endossou as declarações do secretário. “Se você não gosta do que estou dizendo, pode sair da sala. Mas aí vai sua patente e seu futuro. Tudo se baseia no mérito”, afirmou.
Desde o retorno de Trump à presidência, o Pentágono passou por mudanças profundas, incluindo demissões em série e a retirada de livros de bibliotecas acadêmicas. Em setembro, o presidente assinou uma ordem executiva que retomou o nome Departamento de Guerra, denominação abandonada após a Segunda Guerra Mundial, quando o órgão passou a se chamar Departamento de Defesa para enfatizar seu papel na prevenção de conflitos.
Fonte: G1
Não é a primeira vez que o secretário faz ataques desse tipo. Em 30 de setembro, diante de cerca de 800 oficiais de alta patente das Forças Armadas, Hegseth já havia criticado duramente políticas de diversidade implementadas por governos anteriores. Na ocasião, atacou o que chamou de “generais gordos” e afirmou que programas de inclusão teriam levado a “décadas de decadência” nas tropas.
O secretário prometeu mudanças profundas na forma como denúncias de discriminação são tratadas dentro das Forças Armadas, afirmando que o atual sistema faz com que líderes de alto escalão “pisem em ovos”. Segundo ele, militares que não concordarem com sua agenda deveriam abrir mão de suas patentes.
“Líderes políticos tolos e imprudentes nos colocaram no caminho errado. Viramos o Departamento Woke, mas isso acabou”, declarou Hegseth, utilizando um termo frequentemente empregado por aliados de Trump para criticar políticas associadas à esquerda.
Ele também defendeu a demissão de oficiais de alto escalão, incluindo o ex-chefe das Forças Armadas dos EUA, Charles Q. Brown, e Linda Fagan, a primeira mulher a comandar uma das seis forças armadas do país. Segundo Hegseth, ambos fariam parte de uma “cultura falida”.
Durante o discurso, o secretário afirmou ainda que testes de aptidão física passarão a seguir exclusivamente padrões masculinos e defendeu regras mais rígidas sobre aparência pessoal. “É inaceitável ver generais e almirantes acima do peso nos corredores do Pentágono. A era da aparência pouco profissional acabou. Chega de barbas”, disse, diante de uma plateia silenciosa.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou do evento e endossou as declarações do secretário. “Se você não gosta do que estou dizendo, pode sair da sala. Mas aí vai sua patente e seu futuro. Tudo se baseia no mérito”, afirmou.
Desde o retorno de Trump à presidência, o Pentágono passou por mudanças profundas, incluindo demissões em série e a retirada de livros de bibliotecas acadêmicas. Em setembro, o presidente assinou uma ordem executiva que retomou o nome Departamento de Guerra, denominação abandonada após a Segunda Guerra Mundial, quando o órgão passou a se chamar Departamento de Defesa para enfatizar seu papel na prevenção de conflitos.
Fonte: G1




