Governo do Ceará vai custear repatriação de babá cearense morta em Portugal
Lucinete Freitas, que trabalhava como babá, foi assassinada com um golpe de um bloco de cimento. A principal suspeita do crime é a patroa de...
https://www.diariosobralense.com/2026/01/governo-do-ceara-vai-custear.html
Lucinete Freitas, que trabalhava como babá, foi assassinada com um golpe de um bloco de cimento. A principal suspeita do crime é a patroa dela, que se encontra presa.
O Governo do Ceará informou que assumirá todas as despesas para o traslado do corpo da babá cearense Lucinete Freitas, que morreu em Portugal. A decisão foi anunciada no sábado (10) pelo chefe da Casa Civil, Chagas Vieira, após a ampla repercussão do caso nas redes sociais.
Segundo o governo estadual, a determinação partiu do governador Elmano de Freitas como forma de prestar apoio à família da vítima, que não tinha condições financeiras de arcar com os custos da repatriação. O valor do procedimento foi estimado em cerca de 10 mil euros, o equivalente a mais de R$ 60 mil. Sem o pagamento dentro do prazo legal, havia o risco de Lucinete ser sepultada como indigente em solo português.
Chagas Vieira declarou publicamente que o Estado ficará responsável por todas as providências necessárias para trazer o corpo de Lisboa até Fortaleza. Apesar do anúncio, o viúvo de Lucinete, Teodoro Júnior, relatou que até a tarde deste domingo (11) ainda não havia sido oficialmente contatado pelo governo estadual. Mais de um mês após o crime, a família segue sem conseguir realizar o traslado.
Lucinete Freitas foi assassinada no dia 5 de dezembro do ano passado. O corpo foi encontrado 13 dias depois em uma área de matagal na região de Amadora, nos arredores de Lisboa, após o período em que ela esteve desaparecida. A principal suspeita do crime é a patroa da babá, uma mulher brasileira de 43 anos, natural do Maranhão, que está presa em Portugal. Conforme a investigação, foi ela quem indicou às autoridades o local onde o corpo foi localizado.
De acordo com o viúvo, a família também buscou auxílio junto ao Governo Federal, argumentando que o caso se enquadra em uma lei aprovada em 2025 que prevê assistência a brasileiros mortos no exterior. No entanto, segundo ele, a resposta foi de que a legislação ainda não está em vigor devido à falta de previsão orçamentária.
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| Reprodução |
O Governo do Ceará informou que assumirá todas as despesas para o traslado do corpo da babá cearense Lucinete Freitas, que morreu em Portugal. A decisão foi anunciada no sábado (10) pelo chefe da Casa Civil, Chagas Vieira, após a ampla repercussão do caso nas redes sociais.
Segundo o governo estadual, a determinação partiu do governador Elmano de Freitas como forma de prestar apoio à família da vítima, que não tinha condições financeiras de arcar com os custos da repatriação. O valor do procedimento foi estimado em cerca de 10 mil euros, o equivalente a mais de R$ 60 mil. Sem o pagamento dentro do prazo legal, havia o risco de Lucinete ser sepultada como indigente em solo português.
Chagas Vieira declarou publicamente que o Estado ficará responsável por todas as providências necessárias para trazer o corpo de Lisboa até Fortaleza. Apesar do anúncio, o viúvo de Lucinete, Teodoro Júnior, relatou que até a tarde deste domingo (11) ainda não havia sido oficialmente contatado pelo governo estadual. Mais de um mês após o crime, a família segue sem conseguir realizar o traslado.
Lucinete Freitas foi assassinada no dia 5 de dezembro do ano passado. O corpo foi encontrado 13 dias depois em uma área de matagal na região de Amadora, nos arredores de Lisboa, após o período em que ela esteve desaparecida. A principal suspeita do crime é a patroa da babá, uma mulher brasileira de 43 anos, natural do Maranhão, que está presa em Portugal. Conforme a investigação, foi ela quem indicou às autoridades o local onde o corpo foi localizado.
De acordo com o viúvo, a família também buscou auxílio junto ao Governo Federal, argumentando que o caso se enquadra em uma lei aprovada em 2025 que prevê assistência a brasileiros mortos no exterior. No entanto, segundo ele, a resposta foi de que a legislação ainda não está em vigor devido à falta de previsão orçamentária.
Fonte: Sistema Paraíso




