Em carta, adolescente conta à mãe que foi estuprada por mais de 10 anos pelo próprio pai

Abusos constantes começaram aos 5 anos de idade; homem foi preso Créditos: Metro World News Uma adolescente de 16 anos contou à mãe em uma c...

Abusos constantes começaram aos 5 anos de idade; homem foi preso

Créditos: Metro World News

Uma adolescente de 16 anos contou à mãe em uma carta que foi estuprada pelo próprio pai por 11 anos. O caso aconteceu em Mongaguá, no litoral de São Paulo.

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Filha conta à mãe em carta que foi estuprada por 11 anos pelo pai Pixabay (Divulgação)

Os abusos constantes começaram aos 5 anos de idade. A garota revelou que o homem a ameaçava, dizendo que se ela dissesse algo a alguém ela, seu irmão e a mãe seriam mortos.

Ao saber dos fatos, a mãe denunciou o caso à polícia. Agentes da Delegacia de Defesa da Mulher localizaram o pai da jovem escondido em uma residência no bairro Jardim Leonor.

O homem, de 57 anos, confessou os abusos e teve a prisão cautelar decretada. Ele negou, contudo, as ameaças contra a vida da filha.

Em depoimento ao Creas (Centro de Referência Especializado da Assistência Social) da cidade, a adolescente confirmou que era vítima de violência sexual e que tinha medo de denunciar os abusos por conta das ameaças feitas pelo pai.


Caso Klara Castanho

Um caso de estupro que ganhou grande repercussão neste fim de semana foi o sofrido pela atriz Klara Castanho, de 21 anos. Ela divulgou uma carta aberta na qual revelou ter sido vítima de abuso sexual. Por conta da violência, ela disse que engravidou e decidiu deixar a criança para adoção. O pronunciamento dela ocorreu depois que a história foi exposta na mídia, mesmo sem seu consentimento.

“Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. Sempre mantive a minha vida afetiva privada, assim, expô-la desse maneira é algo que me apavora e remexe dores profundas e recentes. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que sofri. Fui estuprada. Relembrar esse episódio traz uma sensação de morte, porque algo morreu em mim. Não estava na minha cidade, não estava perto da minha família nem dos meus amigos”, declarou Klara em carta aberta.

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