Entenda o que é Flurona, infecção dupla de gripe e Covid-19

Flurona é como vem sendo chamada a infecção dupla de gripe e Covid-19. Nesta semana, a doença atingiu uma paciente em Israel, causando sinto...

Flurona é como vem sendo chamada a infecção dupla de gripe e Covid-19. Nesta semana, a doença atingiu uma paciente em Israel, causando sintomas leves. No Ceará, três casos da "coinfecção" foram confirmados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa).
Foto: Shutterstock

O nome flurona é uma junção entre Influenza (vírus da gripe) e coronavírus (vírus da Covid-19).

Autoridades médicas de Israel confirmaram o primeiro caso da infecção simultânea em uma mulher grávida não vacinada, de acordo com informações do Hospital Beilinson, em Petah Tikva.

A mulher recebeu alta na última quinta-feira (30) e o hospital indicou que ela estava em boas condições. Mesmo assim, o Ministério da Saúde seguiu estudando o caso para ver se uma combinação dos dois vírus causava doenças mais graves.

Os profissionais apontaram ainda ser provável que muitos outros tenham sido infectados com os dois vírus, mas que ainda não foram diagnosticados. "A doença é a mesma doença. Elas são virais e causam dificuldade para respirar, pois ambas atacam o trato respiratório superior", disse Arnon Vizhnitser, diretor do departamento de ginecologia do hospital.

Alguns relatórios sugeriram que este caso marcou o primeiro de infecção dupla no mundo, mas relatórios de pacientes com gripe e Covid-19 surgiram nos Estados Unidos já na primavera de 2020.

FLURONA NO CEARÁ

Os três casos de “coinfecção” do Ceará foram identificados em Fortaleza: são duas crianças de 1 ano de idade, que chegaram a ser internadas em hospitais privados da cidade; e um homem de 52 anos, que não precisou de hospitalização.

Segundo a Sesa, as crianças também não apresentaram quadros graves e já receberam alta hospitalar. Não há informação de qual cepa do coronavírus foi responsável pelas infecções. Já o vírus da gripe foi identificado como influenza A H3N2.

Ricristhi Gonçalves, secretária executiva de Vigilância e Regulação da Sesa, explica que a coinfecção “é um evento mais raro”, mas que acontece e que “não significa que o paciente terá agravamento do quadro por conta disso”.

(Diário do Nordeste)

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