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sábado, 20 de fevereiro de 2021

Cuidados eficazes: tudo que você precisa saber para se proteger da covid-19

Há um ano estamos adotando medidas contra o novo coronavírus, infectologistas explicam o que permanece valendo para combater o vírus


Lívia Oliveira

Segundo um estudo dirigido pelo cientista cearense Darlan Cândido, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a circulação do vírus no Brasil começou em fevereiro de 2020. Desse mês em diante, a população recebeu várias orientações de prevenção. Entre elas: manter o distanciamento social, usar máscara e álcool gel, lavar constantemente as mãos, higienizar as superfícies e medição de temperatura nos estabelecimentos. Mas, será que tudo isso é eficaz e devemos continuar adotando em nossa rotina?

Para entender mais sobre as principais formas de contágio e o que continua sendo eficiente na prevenção da covid-19, o iBahia conversou com o médico e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Guilherme Ribeiro, e com a infectologista Ana Rachel de Seni, da rede Hapvida.

 Imagem representativa sobre importância da prevenção | Foto: pixabay

Como é transmitido o novo coronavírus e os principais sintomas

O vírus tem a capacidade de se espalhar rapidamente, principalmente quando o doente não apresenta sintomas. A principal forma de contágio é por contato pessoal com secreções contaminadas (gotículas de saliva, espirro, catarro e tosse), seguido de contato com a boca, nariz ou olhos. Mas, há evidências da presença do coronavírus em aerossóis - partículas invisíveis que ficam suspensas no ar.

Após o contágio, é possível que os indivíduos apresentem sintomas no período entre 2 e 14 dias. Os mais comuns são tosse, febre, perda de olfato e/ou paladar e fadiga. Dores de cabeça e garganta e dificuldade de respirar também podem aparecer.

Vale ressaltar que as pessoas infectadas não precisam necessariamente apresentar todos os sintomas. Em alguns casos, pode não ter nenhum deles.

Prevenção da doença: teve alguma mudança nas recomendações?

Distanciamento social, máscara, álcool gel e lavar as mãos continuam sendo os grandes aliados para combater o novo coronavírus.

"As pessoas que respeitam o distanciamento social e usam máscaras conseguem reduzir a transmissão, pois as medidas servem como uma barreira e evita que uma pessoa contaminada libere gotículas e, eventualmente, aerossol para o ambiente", explica o médico e pesquisador.

Guilherme Ribeiro acrescenta que é importante continuar a lavar as mãos e fazer o uso de álcool gel ao tocar em superfícies possivelmente contaminadas.

Outra forma de manter o vírus longe do organismo é ficar sempre em locais ventilados. "Em uma ambiente sem ventilação, o distanciamento não vai ser eficaz", analisa Ana Rachel.

Higienização: preciso continuar passando álcool e desinfetante em tudo na minha casa? E as roupas e calçados?

A infectologista Ana Rachel Rodrigues orienta que vale manter os cuidados com a higienização dentro de casa, principalmente quando o indivíduo voltar de locais em que teve contato com muitas pessoas.

- Roupas: esteve em um local de grande fluxo de pessoas? Retire a roupa e coloque para lavar. Opte por tomar um banho e nada de deixar o calçado pela casa. "Tente deixar em um cantinho separados e, se possível, higienizá-los", aconselha Ana Rachel.

- Sacolas do supermercado e embalagens de delivery: "o ideal é continuar higienizando tudo, porque são superfícies que têm muito contato com as mãos. Várias pessoas tocam", explica a médica.

- Objetos que não tem como higienizar (jornal, correspondências, dinheiro etc): se possível, lave as mãos ou passe álcool gel após manuseá-los.

- Cabelo e barba: se uma pessoa, que não esteja fazendo o uso da máscara, espirrar ou tossir diretamente na sua direção, evita passar a mão e levar ao rosto. E quando possível lave.

- Não precisa de exageros: de acordo com o pesquisador da Fiocruz, dentro de casa, se não houver circulação de pessoas externas e nem nenhum morador contaminado, não precisa tanta rigidez na higienização, pois as possibilidades de transmissão são mais remotas.

Usar máscara e higienizar as mãos quando estiver fora de casa é mais eficiente que sair passando álcool e/ou desinfetante em tudo. "É mais fácil se contaminar com o vírus lá fora", sinaliza Guilherme Ribeiro, que orienta a manter sempre as janelas da residência abertas para facilitar a ventilação do ambiente.

Isolamento social e covid-19: quais ambientes continuam sendo facilitadores da transmissão?

Antes de falar dos locais "vilões e mocinhos" na pandemia, é importante ter em mente que não adianta se preocupar em higienizar objetos e superfícies e se descuidar do uso de máscaras ou desobedecer o distanciamento.

"Tem gente seguindo práticas de higienização em casa e indo para bares, restaurante e festas. Ficando sem máscara e em aglomeração. É preciso ver o que realmente é mais importante, ter um equilíbrio nas ações", alertou o pesquisador, que voltou a dizer que os pontos centrais são usar máscara, lavar as mãos e manter o distanciamento.

Os profissionais de saúde afirmaram que qualquer ambiente fechado, sem ventilação, e com muitas pessoas juntas representa risco de contágio.

Na entrevista, os dois reforçaram que a medição de temperatura na entrada dos estabelecimentos não tem nenhuma evidência científica comprovada de eficácia.

"Pessoas que estão com febre dificilmente estarão circulando pelos locais. Tem pessoas com covid-19 que não apresentam aumento de temperatura. Além disso, é possível que aconteça uma medição equivoca [por falta de calibragem]", detalha Guilherme Ribeiro.

"Ao sair de casa, prefira ambientes abertos, arejados e sem aglomeração. Mantenha o distanciamento e esteja de máscara em todos os momentos possíveis", finaliza a infectologista.

*Vale lembrar que, com o crescimento do número de casos da covid-19 no país, a melhor decisão a se tomar é evitar sair de casa - exceto para situações essenciais (trabalho, farmácia, serviço médico).

Fontes:

Dra. Ana Rachel de Seni - Médica infectologista, mestre em microbiologia e especialista em controle de infecção relacionada à saúde. CRM - SP: 119.844

Dr. Guilherme Ribeiro - Médico infectologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ele tem mestrado em epidemiologia pela Harvard School of Public Health e doutorado em biotecnologia em saúde e medicina Investigativa pela Fiocruz. CRM - BA: 15647

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