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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Justiça inocenta três empresários cearenses acusados de golpe milionário em financiamentos de imóveis na Caixa

Três empresários cearenses foram absolvidos pela Justiça Federal no processo que apurou uma fraude milionária nos cofres da Caixa Econômica Federal no Ceará. O golpe foi investigado pela Polícia Federal através da “Operação Fidúcia” e, conforme os cálculos das autoridades, a falcatrua pode ter chegado a R$ 20 milhões através de financiamentos e empréstimos fraudulentos.

Em sentença prolatada nesta semana, o juiz de Direito, Francisco Luís Rios Alves, da 32ª Vara Criminal da Justiça Federal no Ceará, absolveu os empresários Egberto Bossardi Frota Carneiro, William Bezerra Segundo e Flávio Benevides Bonfim da acusação de crimes como corrupção ativa, fraude na obtenção de financiamentos, estelionato majorado (repetido várias vezes), lavagem de dinheiro, uso de documento falso e participação em organização criminosa.

Na sentença, o juiz ressaltou que não houve comprovação dos crimes e, além de absolver os réus, determinou que os bens deles que haviam sido seqüestrados sejam devolvidos, entre eles, automóveis importados, de luxo. O Ministério Público Federal informou que, dentro do prazo estabelecido em lei, está analisando o processo e vai decidir se recorrer ou não contra a absolvição dos três empresários.

Neste mesmo processo, outros 12 réus já haviam sido também absolvidos, totalizando, até agora, 15 inocentados. Outros cinco foram condenados, entre eles, o homem apontado como chefe da organização criminosa. Trata-se de Ricardo Alves Carneiro, que foi sentenciado a 29 anos de prisão. Também foi condenado o irmão dele, Diego Pinheiro Carneiro, que recebeu uma pena de oito anos de prisão. Outro condenado foi o ex-gerente da Caixa Econômica Federal, Israel Batista Ribeiro Júnior, que vai cumprir pena de 12 anos de cadeia.

Defesa comemora

A defesa dos três empresários comemorou a decisão da Justiça em absolver os empresários. “Nem sempre os alvos das operações que são expostos aos holofotes são condenados após o exercício do contraditório”, disse o criminalista Leandro Vasques, que promoveu a defesa dos réus juntamente com os também advogados Holanda Segundo e Afonso Belarmino.

“Essas pessoas tiveram suas honras publicamente espancadas e suas reputações vilipendiadas. Foram alvo de um impiedoso linchamento midiático e, agora, com essa sentença absolutória, buscarão resgatar suas dignidades, pois restou comprovado que, não só não cometeram nenhum ilícito penal, como foram, na verdade, vítimas dos ilícitos investigados”, completou Vasques.

Os três empresários, conforme a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), eram sócios de duas empresas do ramo da construção civil que teriam sido beneficiadas com financiamentos e empréstimos fraudulentos totalizando cerca de R$ 7,5 milhões, além de terem aliciado outras pessoas para servirem de “laranjas” nos golpes na Caixa.

(Fernando Ribeiro)

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