4 descobertas científicas incríveis sobre o amor
Nesse momento, o cérebro já ativou 12 áreas diferentes e liberou quatro substâncias químicas: dopamina, ocitocina, adrenalina e vasopres...
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Nesse momento, o cérebro já ativou 12 áreas diferentes e liberou quatro substâncias químicas: dopamina, ocitocina, adrenalina e vasopressina. E o que acontece com isso? Você fica apaixonado e....
1 - O amor vicia
Com o estudo, foi possível concluir que o amor é que nem droga, e inclusive, vicia tanto quanto cocaína! É que ele estimula a produção de dopamina, substância ligada ao sistema de recompensa, que libera a sensação de prazer e portanto, faz você ficar viciado.
2 - Na paixonite, você se torna menos atento
Seu cérebro, avoado e com os pensamentos concentrados no novo amor, não dá conta de fazer outras coisas. Foi pelo isso que aconteceu com 43 voluntários que, a pedido de psicólogos, responderam a alguns testes. Os recém-apaixonados sempre perdiam alguma informação, e acabaram se saindo bem pior que os outros.
Altos níveis de paixão em indivíduos que estão no começo de um relacionamento romântico são associados com menor controle cognitivo, conclui o estudo.
3 - Se o romance acabar mal, você age por impulso
E se o amor não vingar, seu QI vai lá para baixo. Para descobrir isso, os pesquisadores precisar ser bem malvadinhos… Eles apresentaram os voluntários a pessoas desconhecidas, e os fizeram acreditar que ninguém havia gostado deles.
Os que se mostravam mais tristes com a rejeição registravam uma queda de 25% no QI. Isso acontece porque, segundo o estudo, quando nos sentimos rejeitados, acabamos agindo mais por impulso, e por conta disso, avaliamos com menos cuidado, por exemplo, os problemas dos teste de QI.
4 - Se o romance der certo, você economiza dinheiro
Tá, mas também não é tudo ruim e complicado se você está amando, né? Se tudo der certo, o amor engrenar, vocês se casarem e viverem feliz apara sempre, sua poupança vai engordar até 5 mil reais por ano. Sim!
Foram entrevistados mais de 2 mil pessoas, entre casados e solteiros, de 16 a 55 anos de idade. É que os solteiros gastam mais dinheiro em festas e bebidas, enquanto os casados, apesar de trocar de carro e viajar com mais frequência, gastam bem menos em um mês. É que eles também dividem as dívidas e despesas, aí a vida fica ainda mais barata.
Com isso tudo, ao fim de cada ano, uma pessoa comprometida gasta 5 mil reais a menos que um solteiro.
Então já sabe né? Se seu cérebro te pregar essa peça, torça para que tudo acabe bem… Você só tem a ganhar com isso!
Fonte: Atl.Clicrbs




