Cachorro espancado e morto no Carrefour: o que se sabe até agora sobre o caso

Imagens de câmera de segurança do estabelecimento registrara momento da agressão; assista Redação iBahia com agências O espancamento e...

Imagens de câmera de segurança do estabelecimento registrara momento da agressão; assista

Redação iBahia com agências
O espancamento e a morte de um cachorro por um segurança dentro de uma unidade da rede de supermercados Carrefour, em Osasco (SP), tem gerado uma onda de revolta nas redes sociais. O caso, que aconteceu no dia 28 de novembro, comoveu as pessoas diante do tamanho da agressividade conta o animal.  A polícia civil da cidade instaurou um inquérito para investigar o crime.
Foto: Reprodução
Nesta quarta-feira (5), O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) instaurou um inquérito civil para apurar o caso de agressões e maus-tratos cometidos por um funcionário da rede de supermercados Carrefour contra o animal. 
Segundo o promotor de justiça Marco Antônio de Souza, o procedimento foi aberto após a promotoria receber diversas reclamações sobre o caso. Na portaria, Souza destaca que, os relatos indicam que as agressões partiram de seguranças do estabelecimento. O inquérito vai apurar as responsabilidades do crime.
"De acordo com a Constituição, pessoas físicas ou jurídicas que adota condutas consideradas lesivas ao meio ambiente devem sofrer sanções penais e/ou administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados" diz a nota do MP.
Imagens de câmeras de segurança divulgadas nesta terça-feira (4) pela ativista Luisa Mell mostram o exato momento em que um dos segurança do supermercado está com um cabo de vassoura para agredir o cachorro. De acordo com a delegada do caso, Silvia Fagundes Theodoro, não há duvidas de que aconteceu com o animal que foi espancado e envenenado. 

"A agressão, com as imagens que conseguimos agora, ficou comprovada. Não há mais dúvidas. E esse segurança realmente agrediu o cachorro", disse a delegada. 

Assista o vídeo: 


Em entrevista ao EXTRA nesta quarta-feira (5), Luisa contou que foi "assustador" assistir àquelas imagens do cachorro ferido.Trabalho há muitos anos com isso (defesa dos animais), mas a gente nunca está preparada para algo assim. Quando chegamos à delegacia as imagens já estavam lá. A delegada Silvia já as tinha pedido. Foi assustador ver aquela covardia, ver o que aquele cachorro sofreu. Passei mal", relatou.

"Muitas vezes consigo fazer a diferença, mas nesse caso não há o que posso fazer por aquele animal. O que espero é que seja o início de uma era, para a empresa treinar os funcionários, apoiar ONGs pelo país inteiro, para que a partir dessa tragédia, outros animais sejam salvos", disse. 

De acordo com a o blog 'Bom Pra Cachorro', da Folha de S.Paulo, após ser encontrado ferido, o cachorro foi levado para Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Osasco com a ocorrência de que teria sido atropelado. Mesmo com o atendimento, ele não reistiu aos ferimentos e morreu.

Como não havia sido informado que ele tinha sido vítima de maus-tratos (o que só foi 
evidenciado após a repercussão nas redes sociais), o animal foi cremado. Isso dificulta as investigações, pois havia uma expectativa que um laudo determinasse a morte do animal e se ele realmente foi envenenado.
Em nota enviada ao blog, a prefeitura de Osasco disse que o Departamento de Fauna e Bem Estar Animal foi acionada para resgatar o animal que estava ferido e sangrando. Ele apresentava pressão baixa, vomitava sangue e tinha escoriações múltiplas. 

Em nota, a rede Carrefour reconheceu o 'grave problema' que aconteceu na loja em Osaco e afirmou o agente de segurança foi afastado do cargo até que tudo esteja devidamente apurado.

Confira a nota do supermercado na íntegra: 
 "O Carrefour reconhece que um grave problema ocorreu em nossa loja de Osasco. A empresa não vai se eximir de sua responsabilidade. Estamos tristes com a morte desse animal. Somos os maiores interessados para que todos os fatos sejam esclarecidos. Por isso, aguardamos que as autoridades concluam rapidamente as investigações. Desde o início da apuração, o funcionário de empresa terceirizada foi afastado.

Qualquer que seja a conclusão do inquérito, estamos inteiramente comprometidos em dar uma resposta a todos.

Queremos informar também que estamos recebendo sugestões de várias entidades e ONGS ligadas à causa que vão nos auxiliar na construção de uma nova política para a proteção e defesa dos animais".

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