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Cid é o avalista dos acordos para a eleição de Ciro Gomes.

Cid Gomes, ex-governador do Ceará, está ampliando, consideravelmente, sua participação no contesto da política nacional. Os acordo...

Cid Gomes, ex-governador do Ceará, está ampliando, consideravelmente, sua participação no contesto da política nacional.


Os acordos políticos para a consolidação da candidatura de Ciro Gomes (PDT) à Presidência da República, neste ano, são firmados pelo presidente nacional do seu partido, Carlos Lupi. Cid Gomes, o irmão do candidato, porém, é o avalista. E quanto mais cresce a perspectiva de Ciro estar entre os dois concorrentes do segundo turno, o cenário da formação de alianças reclama a participação de Cid, sem embargo da sua participação na definição da sucessão estadual cearense. Cid, assim, está inserindo-se, com efetividade, no centro das discussões da política nacional.

A curta temporada como ministro da Educação, no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), não foi muito bom para a sua inclusão no centro das questões políticas nacionais, também pelo fato de respeitar o posicionamento do irmão, duas vezes candidato a presidente da República, depois de consolidar uma liderança no Ceará, como prefeito de Fortaleza, governador do Estado, ministro de Estado em mais de uma oportunidade, além de uma passagem não brilhante pela Câmara dos Deputados.

Confrontar

Esse histórico da vida pública de Ciro foi a porta aberta para Cid conquistar mandatos de deputado, prefeito de Sobral, governador do Ceará, e liderar o grupo político, atualmente mais expressivo no Estado, razão, à época, de ter sido convidado a ser ministro da Educação, quando tornou-se o centro de uma crise política, por confrontar o à época presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, quando convocado a dar explicações sobre suas declarações consideradas ofensivas a uma parcela dos deputados federais. Agora, na coordenação da campanha presidencial do PDT, ele projeta ascender ao pequeno grupo das decisões políticas nacionais.

No contexto, para a consolidação do desiderato, o mandato de senador da República é fundamental. A Câmara dos Deputados, com toda a sua importância, não consolida as lideranças políticas brasileiras, talvez até pela grande quantidade de parlamentares (513). No Senado são apenas 81, a maioria de verdadeiros líderes estaduais ou regionais, responsáveis por questões mais caras aos estados e municípios brasileiros.

Muito mais que os deputados, os senadores exercem grande influência na política nacional e nos seus respectivos estados. Os exemplos de Tasso Jereissati (PSDB) e Eunício Oliveira (MDB) no Ceará, confirmam a tese.

Cid pode ser o único candidato da coligação encabeçada pelo governador Camilo Santana como o candidato a senador, para permitir que Eunício Oliveira seja candidato à reeleição isoladamente, satisfazendo o discurso de Ciro Gomes de não se aliar ao senador Eunício Oliveira.

Fonte: Diário do Nordeste

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